Maturidade financeira

O objetivo de educar os filhos em relação ao dinheiro deve ser o de levá-los a atingir a maturidade financeira, ou seja, a capacidade de adiar os desejos em função de futuros benefícios. Atingir essa maturidade não é um processo natural. Ao contrário, é da nossa natureza buscar a satisfação imediata a todos os desejos e necessidades. Para vencer essa barreira, a educação financeira deve insinuar-se desde os primeiros meses da vida das crianças. Esta palestra demonstra o passo a passo desse processo.
As Mulheres e o Dinheiro
A difícil relação da mulher com o dinheiro, o trabalho e o controle do orçamento familiar esbarra em dificuldades desde o início dos tempos.
Hoje sabemos que a destreza no controle do dinheiro permite às mulheres voos cada vez mais altos. Além disso, nas novas gerações os homens têm assumido maior interesse por participar das decisões domésticas. Esta novidade ajudou a liberar as mulheres para se ocuparem de decisões financeiras além dos limites do lar.

 

Como resolver os conflitos de dinheiro na vida do casal

Pesquisas mostram que 50% dos matrimônios que terminam em divórcio têm como causa direta para o fim do amor as divergências do casal em relação ao dinheiro. Como causa indireta o número de divórcios aumenta para 80%. As confusões relacionadas com o dinheiro podem minar as relações mais apaixonadas. Para conquistar relações suficientemente fortes para superar as dificuldades quando se trata de dinheiro, é necessário compreender as origens das tensões financeiras.

 

Filhos, Dinheiro & Valores

Construímos as bases de nossa relação com o dinheiro até por volta dos 5 anos de idade. As atitudes que funcionaram na infância, e levaram-nos a conseguir os resultados desejados, foram, em boa parte, os responsáveis pela formação da mentalidade financeira que temos na vida adulta.
Não é difícil, por exemplo, reconhecer em adultos mimados, que se comportam como se o mundo inteiro lhes devesse os favores de repetidos empréstimos a fundos perdidos, traços egocêntricos da criança que cresceu sem que ninguém impusesse limites aos seus desejos. Evidente que nada é tão definitivo em relação a falta de jeito para lidar com as finanças que não se possa, no decorrer da vida, consertar e aprender. Mas o ideal é receber, ainda criança, educação em relação ao dinheiro.