A Educação Financeira nos países desenvolvidos tradicionalmente cabe às famílias. Às escolas fica reservada a função de reforçar a formação que o aluno adquire em casa.

No Brasil, infelizmente, a Educação Financeira ainda não é parte do universo familiar. Assim, a criança não aprende a lidar com dinheiro nem em casa, nem na escola. As consequências deste fato são determinantes para uma vida de oscilações econômicas, com graves repercussões tanto na vida do cidadão, quanto na do país.

Pensando em superar este impasse, em 1996 criei o Programa de Educação Financeira, iniciativa pioneira no Brasil. O Programa adaptou ao currículo brasileiro os pontos principais da relação com o dinheiro. De modo multidisciplinar, e atendendo a crianças dos 2 aos 17 anos, o Programa está formando jovens, em escolas públicas e privadas, capazes de poupar e de planejar gastos.